Forks
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RPG Forks,2009.



 
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Será que você consegue sobreviver a esse mundo? Vampiros e Lobisomens vagam juntos pelos arredores de uma mesma cidade, como pode ser? Como duas raças tão diferentes e muitas vezes inimigas podem ficar tão juntas sem ter tantos confrontos? Talvez seja um inimigo em comum unindo os dois ou talvez alguém que pense pertençer aos dois lados?
Quem poderá dizer?
 
Data: 29/10/2010
Dia da Semana: Quinta-feira.
Tempo: Nublado, 20º C
Visibilidade: 75%
Lua: Minguante.
Acontecimentos: ; Preparativos para festa de Halloween; ações livres..
 
------------------------
Início: 10/10/09
Término: Sem data
 
 
 
 
As notícias da rádio The Mélusine em Breve!
 
Primeiro Artigo da The Mélusine
 
 
   
:Post:
Emmett Cullen
"Como se eu ligasse para a postura dela. Sai do corredor, sem ligar para o que ela havia falado."
 
:Casal:
Dimitry & Leah
 "Queria os braços protetores de Dimy ao meu redor, queria ouvir ele murmurando ao meu ouvido que me amava..."
 
Emmett & Rosalie
"Beijei como, talvez, nunca tivesse beijado em seus quase cem anos de vida. Envolvi ela em meus braços nus, apertando-a levemente."
 
:Feminino:
Rosalie Hale
"Acreditava que era somente pelo fato de estar sempre preocupada com outras coisas, sua mente estava sempre ocupada com textos, livros que foram lidos mais de uma vez..."
 
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"Levantei a cabeça, angustiado, pensando que se minha irmã tivesse feito algo talvez Leah estivesse ali comigo."
 
 
 
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 Rodovia 120

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MensagemAssunto: Rodovia 120   Sex Maio 29, 2009 6:56 pm



A rodovia 120 é um caminho muito longo que conduz entre Forks e La Push. Sobre este caminho concreto, a fronteira é invisível, pacto entre vampiros e lobos Garous. Do seu lado, existe uma floresta escura onde as duas espécies podem ir.

Obs: Tópico exclusivo para post Teste de Vampiros.
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Kendra Mebarack
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MensagemAssunto: Re: Rodovia 120   Sab Jul 04, 2009 8:12 pm

Broken doll
Narração

-Falas-


- Pela estrada a fora eu vou bem sozinha, levar esses doces para a vovozinha, ela mora longe e o caminho é deserto, mas o lobo mal passeia aqui por perto. – cantarolava distraída com a frágil boneca de porcelana entre os dedos. Ela havia pertencido a uma menininha de aproximadamente 5 anos. Passei a mão pelos cabelos loiros da boneca e encarei seus pequeninos olhos azuis, ela parecia de verdade, mas tinha a pele fria e branca como a minha. Refleti por um momento, aquela boneca não era a representação de uma criança qualquer, mas de uma vampirinha. Ultrajada com a idéia espatifei a porcelana em minhas mãos, jogando ao chão os pedaços de pano e os caquinhos brancos do brinquedo destruído.

Ser vampiro não é uma coisa ruim, pelo menos não quando se é adulto e a vida já te possibilitou algumas experiências. Mas para uma criança, que não sabe nem ao menos ser humana, ter que se transformar em um vampiro, é algo medonho, inaceitável. A pequena criatura não sentiria o calor em seu corpo, o alento de estar junto aos pais, a companhia de coleguinhas. Teria que amadurecer rápido, sem nunca chegar a ser adulta. Imagine só, é como se houvesse uma mulher, ou um homem, preso num corpo infantil. A mente evolui, os desejos e anseios crescem, mas o corpo pequeno permanece; dessa forma a pessoa estaria privada da vida, infeliz, miserável, incapaz de se libertar da infância e experimentar coisas adultas. Para mim isso seria um pesadelo, na verdade o pior deles. Mal consigo pensar da idéia sem perder o controle.

Restaurei a calma e respirei fundo, aninhei os cabelos revoltos no alto da cabeça, prendendo-os com um elástico. Estava usando uma roupa simples, nada de mais comparado com meu estilo arrojado, só uma frente única azul, uma bermuda jeans e os acessórios certos, uma coisa mais ou menos assim. Então segui viagem. A rodovia estava deserta, mas o cheiro de cachorro molhado me irritava, com certeza havia lupinos na região. Mantive-me “en gard” ainda sem sair de meu trajeto, esperando que mais cedo ou mais tarde encontrasse com um daqueles animais peludos, fedidos, nojentos e sem estilo.

Tinha programado minha chegada a Forks, o melhor quarto da hospedaria estava reservado para mim, e minhas malas tinham seguido para lá uma semana antes. Eu, no entanto tinha alguns assuntos pendentes na Louisiana e não poderia abandonar o Estado sem antes resolvê-los. Parti assim que tudo foi sanado, na verdade sai de lá fazendo mais uma vitima e me tornando viúva mais uma vez. só desse ultimo golpe tinha herdado algumas dezenas de milhão e pretendia fazer bom uso desse dinheiro até que achasse outro otário para me sustentar. Quem sabe ali, na nova cidade não teria ninguém com quem pudesse me entender, um pretendente a marido ou qualquer coisa do gênero?! A verdade é que estava em busca de outros iguais a mim, mas não é só por que desejo integrar um grupo que vou deixar meus passatempos de lado, ou seja, dar belos golpes, e matar pessoas. Isso esta em minha natureza, é quem eu verdadeiramente sou, e a única coisa capaz de mudar tudo seria, um filho.

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Oni
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MensagemAssunto: Re: Rodovia 120   Seg Jul 06, 2009 6:00 pm

Olá Srta. Mebarack,

Informamos que sua seleção foi aceita.
Seja Bem Vinda a Forks.

Oni.
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Scarlat Lestrange
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MensagemAssunto: Re: Rodovia 120   Sab Jul 18, 2009 4:54 am

Os finos raios da lua já transpassavam o fino vitral de seu
quarto, o que significava que havia chego a hora da partida, em atos robóticos S.
acordara, encenara algo que se assemelhava a um espreguiçar, gostava de manter
alguns hábitos mortais. Mon Dieu. Disse em tom blasfêmico. Como é tarde, ou
diria cedo? Ponderou com um sorriso infantil, debruçara-se nos pés da cama de
onde era possível ver um corpo de um homem de idade mediana, com a tez pálida,
fatalmente morto na caçada anterior.
Oh Mon Cher, não me olhe com essa cara, eu
disse que seria prazeroso... E foi... pra mim. Disse em uma contida gargalhada.
Contudo aquilo significava que a estadia da francesa naquele lugar havia chego
ao fim. A nova cidade já havia sido escolhida um lugar interiorano denominado
Forks. Suas malas já estavam a caminho, afinal uma dama nunca carregaria suas
malas. Pulara por cima do corpo sem vida, como se este fizesse parte da
decoração.

Arrumara-se elegantemente, como sempre alias, deixara o
corpo no quarto do hotel e saira. A leve brisa batia contra sua alva pele,
Forks só ficava a alguns quilometro do hotel, decidira ir andando. Nada melhor
para pulmões mortos do que ar puro. No caminho deleitara-se com algumas
compras, nada que fosse - logicamente - muito pesado, alguns livros, perfumes e
etc. Logo a francesa estava em um longe e escura estrada. Arqueara as sobrancelhas
ao ver que a mesma era cercada por uma floresta. Embora nunca tivesse tido o
desprazer de cruzar com um ela sabia muito bem o tipo de criatura que habitava
tal lugar.

Chiens Galeux... – Cães sarnentos não era bem um elogio aos
daquela raça, porem para a francesa ainda estava muito longe de defini a real
natureza deles. Andava displicentemente pelo acostamento, podia sentir a léguas
de distancia todo o ardor do sangue que a esperava em Forks. Não mais que
derrepente seus pensamentos fugiram para uma época distante, para tórridas noites
no celeiro. Seria bom telo por perto? Ela estava sentindo falta dele?
Idiot. Je
lui donne l'éternité, et il me laisse... Resmungara enquanto dissipava as excitantes
cenas de sua mente.

Ao longe pequenas luzes de Forks já podiam ser vistas S. sorrira,
embora tivesse se alimentado a pouco o divertimento de caçar lhe tomava conta,
e nada melhor do que novas presas. Apresara os passos uma cidade nova lhe
esperava assim como novos prazeres. No fim quem precisa de Antony Cooper?
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Oni
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MensagemAssunto: Re: Rodovia 120   Sab Jul 18, 2009 6:42 pm

Olá Srta. Lestrange,

Informamos que sua seleção foi aceita.
Seja Bem Vinda a Forks.

Oni.
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Uriel Zephyr
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Idade : 34
Localização : Forks

MensagemAssunto: Re: Rodovia 120   Sab Nov 07, 2009 6:55 pm

Talvez ser humano não importe mais. Talvez, somente
talvez ele esteja completamente errado sobre sua natureza. A
questão é que perdera essa habilidade. Se tornara inumano no intervalo
de tempo entre aquele verão canadense em que foi desperto e esse dia.
Ou era isso, ou ele estava tendo um daqueles malditos ataques de sede
que tinha de vez em quando.


Sede maldita, que sempre vinha nas horas mais importunas, quando não tinha absolutamente ninguém por perto.

Ninguém? Niguém mesmo?

E aquele cheiro horrível de cães? Não devia ser nada de mais. Nada que um ser como ele devesse temer.

Ergueu o polegar. Hora de alguém dar carona para um vampiro esfomeado.



E, ao menos uma hora depois alguém realmente parou e abriu a porta. Um
homem de uns trinta e tantos anos, exatamente daqueles que lembram seu
professor de faculdade quando era mais novo (na idade média).
- E aí amigo? Perdido por essas bandas? Pra onde você vai?
O homem tirou seus óculos de sol, e Uriel lembrou que também usava. O
que fazia para esconder sua identidade? Com toda agilidade que podia
tirou seu usual bloco de notas (que teria que substituir o mais rápido
possível) e anotou:
"Estou indo para Seattle, meu nome é Uriel."
Pensou por um segundo e completou:
"PS: Sou mudo."

O homem deu umas risadinhas com a novidade. Sempre dava carona, pois
sofrera muito nos dias que teve de andar kilometros antes de achar uma
boa alma disposta a abrir um espacinho no carro.
- Entra aí! Eu posso te dar carona até a saída da cidade de Forks!
O rapaz ficou pensativo avaliando o mapa que acabou
decorando de tanto olhar. Forks estava próxima de Seattle, não muito
mas o suficiente.
Por que estava pensando aquilo? Tinha alguns planos melhores na sua
mente. Concordou com o motorista e entrou no carro, um extremamente
velho e rudimentar Pontiac GTO da década de setenta.

O homem ficou em silêncio. Já que a comunicação se fazia impossível sem
que ele ficasse olhando para os bilhetes do rapaz ele desistiu de
conversa. Será que ele faava pelas mãos também? Como aqueles caras que
passam na televisão.
Mas Uriel não sabia língua de sinais.

O tempo foi passando. Uriel só esperando o tempo passar e aquele cheiro
de cachorro desaparecer. Um aroma forte... O que será que era? Ele
nunca tinha sentido isso, tinha medo daquilo que farejava. Em resposta
ouviu um uivo, e mais outro e outro. Eram uivos altos, mas não passavam
de lobos grandinhos e gordos comemorando uma caçada bem feita...
Falando em caçar, já era hora de começar a sua.

- Nossa cara, o frio veio mais cedo esse ano, não? Acho que é esse aquecimento global...
O homem ligou o aquecedor no máximo. Sentiu um ou
dois calafrios. Era estranho, mas parecia ter ficado bem mais frio do
nada... Uriel se limitou a sorrir e concordar com a cabeça. A
temperatura, entretanto só diminuiu, mais lenta, mas diminuindo.
- Tá frio demais... Que isso, parece até um frigorífico...
E o pesadelo estava virando realidade. Gelo começou
a se formar no painel e na pele do motoriasta, penetrando em seus poros
com certa violência, ardendo como brasa.
- Merda, que tá...
Ele virou-se descrente para o rapaz que pedira
carona. Ele tinha um sorriso no rosto. Parou o carro, pois o vidro
embaçara do lado de fora. Então vio os olhos sinistros do cara, duas
lânpadas vermelhas em meio a escuridão que ele via. Perdeu a sensação
de tato e logo depois a visão, pois os globos oculares tinham sido
congelados na superfície. Uma dor maldita.
Uriel saltou sobre o motorista. Ninguém sobrevivia a aquele gelo. Ele
já estava morto. Escancarou a boca e mordeu o pescoço gelado daquele
que lhe der carona. Sorveu o líquido maldito eficientemente, chupando
com força.

Aquela era sua droga viciante, sua sina, sua maldição. Cada gole o
fazia sentir mais vivo e mais sem alma. Podia resistir, mas que
vantagem isso teria?
Sem sangue perdia o controle.
Verificou quietamente o que ele tinha na carteira e fez uma careta, não
mais que alguns dólares para uma passagem de ônibus ou duas. O carro
também era um bônus um tanto idiota. Desde aquela noite viajava muito
mais rapidamente... E raramente comprava coisas. Tudo exêncial para sua
vidinha humana tinha sido justamente substituída por uma única: A sede.

Sede. Maldita, podia ter escolhido outra vítima! Esse homem tinha
filhos, dois bebês lindos. O vampiro socou a porta estravazando sua
raiva. Um erro. A porta voou longe. Ele mordeu os lábios e fez sua
careta de dor. Como esperava se tornar humano se aquela existência lhe
trazia tanto?

Não importava mais ser humano? Mentira! Nunca sentira tanta saudade de
ser frágil. Choraria, mas lágrimas não eram seu forte nessa existência. Em vez disso, de cabeça baixa, foi até o meio da estrada, pegou a porta de volta, jogou o corpo gelado no porta malas e seguiu viajem.

Um desfecho cômico para uma triste história: Uriel teve que segurar a porta por toda extenção de terras que percorreu até aquela cidadezinha chamada Forks... Quem olhasse de longe riria.


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Marius
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MensagemAssunto: Re: Rodovia 120   Dom Nov 08, 2009 1:46 pm

Olá Sr. Zephyr,

Informamos que sua seleção foi aceita.
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Marius.
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