Forks
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RPG Forks,2009.



 
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Será que você consegue sobreviver a esse mundo? Vampiros e Lobisomens vagam juntos pelos arredores de uma mesma cidade, como pode ser? Como duas raças tão diferentes e muitas vezes inimigas podem ficar tão juntas sem ter tantos confrontos? Talvez seja um inimigo em comum unindo os dois ou talvez alguém que pense pertençer aos dois lados?
Quem poderá dizer?
 
Data: 29/10/2010
Dia da Semana: Quinta-feira.
Tempo: Nublado, 20º C
Visibilidade: 75%
Lua: Minguante.
Acontecimentos: ; Preparativos para festa de Halloween; ações livres..
 
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Início: 10/10/09
Término: Sem data
 
 
 
 
As notícias da rádio The Mélusine em Breve!
 
Primeiro Artigo da The Mélusine
 
 
   
:Post:
Emmett Cullen
"Como se eu ligasse para a postura dela. Sai do corredor, sem ligar para o que ela havia falado."
 
:Casal:
Dimitry & Leah
 "Queria os braços protetores de Dimy ao meu redor, queria ouvir ele murmurando ao meu ouvido que me amava..."
 
Emmett & Rosalie
"Beijei como, talvez, nunca tivesse beijado em seus quase cem anos de vida. Envolvi ela em meus braços nus, apertando-a levemente."
 
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"Acreditava que era somente pelo fato de estar sempre preocupada com outras coisas, sua mente estava sempre ocupada com textos, livros que foram lidos mais de uma vez..."
 
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"Levantei a cabeça, angustiado, pensando que se minha irmã tivesse feito algo talvez Leah estivesse ali comigo."
 
 
 
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 Ruas

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MensagemAssunto: Ruas   Sex Maio 29, 2009 6:25 pm



As ruas de Forks são estreitas e asfaltadas, apesar de ser uma cidade pequena ela é muito bem cuidada pelos seus habitantes. As pessoas com suas vidas corriqueiras estão sempre de um lado para o outro, em busca de seus destinos, não é difícil encontrar conhecidos passando por entre as ruas. As árvores aparecem constantemente.

Obs: Tópico exclusivo para post Teste de Humanos.
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Aillen Miller
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MensagemAssunto: Re: Ruas   Qua Ago 05, 2009 8:34 pm

Era uma tarde ensolarada em Forks. Um belo dia de férias com crianças brincado na rua, comprando sorvete e, para variar, Aillen esparramada na cama coberta pelo edredom desligando pela quinta vez o despertador amarelo que vibrava os pequenos sininho, até que na sétima vez ela finalmente se levantou. Em termos, estava sentada na cama com uma das mãolevada a nuca cosando semparar, olhava as horas e bufava em quanto procurava com os pés as pantufas.

Com as pantufas calsadas andou, ou melhor, se arrastou até o banheiro onde tomou um bom e rapido banho para não deixar de ser ecologicamente correta, mas um banho muito bem tomado, o suficiente para sair cheirosa.
Escovou os dentes e se trocou rapidamente. Vestiu um casaco azul com estampa de tigre branco nas parates internas do mesmo e do capuz, uma calça jeans preta e um All Star de cano longo na mesma cor da parte externa e interna do casaco.
Os cabelos soltos estavam batendo perto da cintura, ologo logo ela iria repicalo novamente.
Pegou um iourgut de morango e saiu na rua bebendo-o. As ruas de forks eram ótimas para uma boa caminhada. Cheia de arvores, um bom ar, pessoas conhecidas, até por que naquela cidade "ovo" como costuma dizer não é dificil ser popular.

Estava terminando sua caminhada de ida quando encontrou com um colega, Charlie, uma rapaz bonito, super requisitado entre as garotas, ótimo entendedor de moda e gay, se é que não percebeu ainda.

- Querida! Mais que luxo está a sua roupa, arrasou! - Disse ele sempre gesticulando e dando dois bejinhos de estalo no ar para casar.

- Olá Charlie, eu vi que estava conversando com um garoto - Disse ela sorrindo, dando uma piscadela e passando a lingua nos dentes.

O garoto deu uma risada e olhou de baixo para garota - Tira o olho do meu bofe em graçinha - Disse ele causando risada nos dois.

Charlie morava perto da casa de Aillen então aproveitou e fez a caminhada de volta junto dela.
Os dois conversavam com euforia, comentavam sobre as novas noticias dos artistas e o que estava na moda e não.
Charlie era um grande amigo, e com certeza, se não fosse biba loca seria um ótimo par.

Chegando na casa de Aillen os dois sentarão para ver televisão e jogar vídeo game por algum tempo, até a maravilhosa mãe de Charlie ir chama-los para almoçar.
A lasanha da "tia" Margaret era a melhor da cidade, Aillen sempre comentava que podia ficar rica se fizesse um restaurante, faria questão de tentar publicar, mas ela nunca quiz.

Charlie andava tendo um sintomas meio estranhos depois que fez uma viagem e pediu para descansar no quarto da garota. Ela o emcaminhou e aproveitou para terminar alguns trabalhos da faculdade e umas pesquisas de trabalho que iriam ficar perfeitas com as fotos que havia tirado.

Quando a mãe de Charlie chegou os dois foram comer a lasanha dela e tiveram uma ótima tarde juntos.

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Oni
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MensagemAssunto: Re: Ruas   Qua Ago 05, 2009 11:04 pm

Olá Srta. Miller,

Informamos que sua seleção foi aceita.

Bem Vinda a Forks.

Oni.
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Juliet Chevalier
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MensagemAssunto: Re: Ruas   Ter Out 27, 2009 5:08 pm

O sol estava prestes a nascer em um domingo silencioso daquela manhã, apesar de que não se podia ver muito o nascer do sol devido às típicas nuvens nubladas que sempre cobriam a pacata cidadezinha de Forks, mas dava para notar uma claridade... Afinal, todos os habitantes de Forks sabiam que raramente dava para ver o céu em aberto, ver o sol iluminar o local, e as arvores com suas folhas verdes refletindo pouca luz expondo a cor verde exuberante onde sem as luzes solares .
Era como se aquela cidade fosse uma cidade triste com todo esse tempo nublado. Bem, para a maioria das pessoas aparente ser triste e era como ser as arvores sem vida e estando ausentes as cores que pareciam ter vidasombria, mas há quem goste de um tempo desse tipo, e principalmente gostar de chuva. Chuva era algo que Juliet gostava, principalmente estar abaixo dela, sentindo as gotas caiarem em sua face, molhando todo o resto. Para ela, era uma sensação maravilhosa tomar um banho de chuva, porém é claro, que não podia ir tomar um banho de chuva toda vez que ela aparecer. Afinal, tinha risco de pegar resfriado e ficar de cama, certo? O que não era uma idéia tão atraente assim..
Juliet ainda permanecia deitada em sua cama, já estando acordada ao ouvir o despertador tocar antes das sete horas da manhã. Era rotina ela acordar a essa hora nos finais de semana, como também era rotina ir caminhar durante esses períodos. Ela se espreguiçou na cama, enquanto tentava abrir os olhos com dificuldade por estar pregados. Rapidamente a loura tinha se levantado da cama em um instante se mantendo sentada na lateral da cama, agora com os olhos semiabertos..Estava difícil manter os olhos abertos naquele momento.
Ela calçou suas fofas pantufas, e finalmente conseguira estar de pé onde logo em seguida começou a caminhar até seu banheiro. Parecia que hoje a preguiça estava a dominando, e a voz da consciência sussurrava ao fundo de sua mente para voltar a dormir logo de imediato. Como se sua mente necessitasse de um cochilo, apenas. Cômico isso, até.
Já estando dentro do banheiro, ela se manteve em frente ao enorme espelho que era praticamente colada a parede, então Juliet piscou com força tentando manter os olhos abertos, que com sucesso conseguiu, logo vendo o seu próprio reflexo no espelho...Sua camisola fina e curta estava um pouco amassada, e seus cabelos louros bagunçados. Notou que sua pele estava extremamente pálida..Mais branca. Talvez devido há tanto tempo sem estar exposta ao sol. Culpa da cidade chuvosa, mas ela pouco se importava com esse detalhe. Tinha logo decidido tomar banho para espantar o sono, para que logo fizesse sua costumeira caminhada pelas ruas de Forks.
Ela se despiu da camisola e da peça intima, deixando seu corpo nu, expondo as belas curvas que possuía. Deu uns passos já pisando descalça pelo piso frio caminhando em direção ao chuveiro, e logo ao ligar o mesmo, sentiu um jorro de água quente descer pelo corpo, começando pelo seu pescoço não deixando molhar seus cabelos, enquanto a água fazia um caminho pelas suas curvas.
Não demorou muito para que Juliet logo estivesse pronta, afinal, tinha só tomado um banho rápido, e logo vestido uma legue preta colada em suas pernas, uma regata básica,um moletom qualquer e um par de tênis, após de fazer sua higiene pessoal e tudo mais. Enquanto amarrava seus cabelos já penteados, em um rabo-de-cavalo, ela saia de seu quarto logo se direcionando a sua cozinha para pegar algo a comer.
E então, logo saiu de casa enquanto comia uma maça avermelhada..Ela havia começado a caminhar lentamente logo após de ter comido com rapidez a fruta. Caminhada era algo que ela gostava, pois era como se tivesse um tempo livre para poder pensar em geral, na sua vida, em seus problemas, em sua família..
Família. Isso fez logo se lembrar de seu pai, que estava lá em New York..E pensar que viera morar em Forks apenas por saber que sua mãe, após de falecer desde seu nascimento, havia nascido naquela cidade..Tornando-se sua cidade natal. Não só por esse motivo, mas como Juliet também buscava uma vida tranqüila em um lugar tranqüilo. Estar New York, não era seu lugar..Então, pensara que Forks era um lugar perfeito para isso, como também fora um lugar em que sua mãe viveu.
Distraída em seus pensamentos, não percebeu que logo já estava distante de sua casa, estando entre as ruas que agora vazias de Forks..Apesar que não havia movimento de carros naquela hora da matina, tinha pessoas ali presentes, também caminhando ou apenas sentados em algum banco qualquer de praça, viajando no mundo da lua ou conversando com seus colegas..Havia homens também ali..Alguns olhavam para ela com malicia e desejo, logo ao passar, tendo pensamentos nada corretos. Afinal, Juliet era uma mulher dona de um corpo invejável, e o rosto angelical onde os lábios carnudos mais chamavam atenção..Não era a toa que homens ficavam um tanto excitados com a presença dela...
Por fim, Juliet tinha passado mais de uma hora praticamente caminhando pelas ruas e calçadas..Já estava sentindo cansaço, e os músculos das pernas começavam a doer, como se estivessem pedindo para que logo parasse e descansasse um pouco. E então, logo que avistou um banco vazio na qual se mantinha na lateral da calçada dali, rapidamente tinha se sentado naquele banco, sentindo seu corpo relaxar um pouco, e os músculos aliviarem um pouco da dor..E sua mente novamente começou a viajar em seus pensamentos novamente, desta vez imaginando como seria os dias ou até meses daqui para frente, se algo inusitado ou diferente iria acontecer..Mesmo que morasse em uma cidade pequena tivesse pouca novidade por ali... O que era de se esperar do destino daqui para frente?




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Saphyrus
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MensagemAssunto: Re: Ruas   Ter Out 27, 2009 6:21 pm

Olá Srta. Chevalier,

Informamos que sua seleção foi aceita.
Por favor passar na Lista de Avatares e postar seu Photoplayer.

Bem Vinda a Forks.

Saphyrus.
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Matt Stanford
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MensagemAssunto: Re: Ruas   Qui Nov 12, 2009 10:29 pm

Como era de esperar - se as manhãs de Forks eram irritantemente tediosas. Desde minha saída matinal, a alguns minutos atrás, nada que valesse minha atenção acontecerá, a não ser que pessoas saindo para seus empregos ‘ felizes ‘ fosse fora do normal.Talvez eventos que mereciam minha atenção estivessem sendo deixados de lado, era fato como meu mal humor havia aumentado de forma a considerar depois da mudança.Os últimos dias tinham se resumido a caminhada matinal, as horas tediosas no meu quarto e as fugidas noturnas.A noite para mim sempre fora algo interessante ... interessante por motivos diferentes dos que os humanos normais tinham nessa parte do dia.



O habito de andar a noite se formou alguns dias, dois ou três para ser mais especifico, depois que cheguei em Forks, até porque numa cidade movimentada como NY, você apenas verá carros, pessoas bêbadas e brigas.Tranquilamente e harmonia estão fora de cogitação.Em minha nova cidade, a noite tinha um tom de mistério.Não havia nenhum ponto de concentração noturna de jovens, eles pareciam preferir ficar em suas casas ou na casas de amigos, uma comunidade de classificação caseira então.



O sol estava nascendo no horizonte nesse exato momento, porém tudo o que eu escutava que vinha do mundo externo a minha mente, eram as batidas do solado de meu tênis no chão.Outros ruídos se tornavam incomodativos, a ponto de me fazerem fecharem a mão em punhos e ranger os dentes.Eu estava me irritando comigo mesmo, com minhas próprias atitudes, estava irritando-me por estar irritando com nada.



Virei em uma rua que seguia reto durante boa parte de sua extensão.Fechei os olhos, mesmo ciente de um possível tropeço ou queda.Alguns raios de sol ultrapassavam meus olhos fechados, formando uma aura clara e harmoniosa, que conseguiu me tranqüilizar um pouco depois de algum tempo.



Passei a mão por meu rosto, limpando as gotas de suor que se formavam.Diminui o ritmo da caminhada ou da corrida, um pouco dos dois na verdade.Abri os olhos a tempo de perceber que estava chegando na casa de dois pisos, de alvenaria, num tom de azul incomum e que era nossa, o que diminui e muito as chances de uma provável mudança.

Desacelerei completamente, dando passadas pequenas e lentas, queria atrasar cada segundo de minha chegada.Girei a chave e consequentemente o trinco, com um estalo a porta se abriu, deixando a mostra a sala de paredes brancas e moveis de tons pasteis.Ao passar pela porta da cozinha, estiquei meu pescoço para dentro, não percebi nenhum sinal de movimentação ou sujeira recente, então meus pais ainda estavam dormindo.Respirei aliviado e subi rapidamente para meu quarto, cuidando com o sétimo degrau da escada que costumava ranger a mais sensível aplicação de força.




Como de costume coloquei o aviso de ‘ Não Pertube ‘ e tranquei a porta.Peguei algumas roupas limpas dentro do armário: uma camiseta branca lisa, uma calça jeans e uma peça intima e então rumei para meu banheiro.Foi uma banho demorado, a água quente estava atraente para fazer – me querer sair dali.Com muito esforço terminei o banho e voltei para o quarto, jogando as roupas sujas dentro do cesto.



Não me dei ao trabalho de sentar, alcancei o botão de ligar o computador com o pé mesmo, me poupando de algum misero esforço.Deitei na cama enquanto aquela maquina lenta e velha ligava, dando seus chiliques diários.Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e cruzei os pés, olhando para o teto.Observei o pequeno ponto luminoso que estava ali, era o reflexo de algo vindo da janela.Virei a cabeça e acompanhei o contorno da lanterna que estava na janela desde a noite anterior, quando fiquei alguns minutos observando o lado de fora da casa, depois que Josh, o labrador, tinha latido sem parar.Outra observação há ser feita, era a constante inquietação do cão durante a noite.Josh nunca fora de latir muito, mas agora em Forks, latia quase todas as noites e quando eu ia verificar não encontrava nada.Além de mim , ele poderia ser outro que estava irritado e revoltado com a mudança, bom saber que não estava sozinho nessa.



Logo que o computador ligou,me acomodei na cadeira a sua frente.Abri o navegador e concetrei na barrinha de carregando no canto da pagina.Todo o meu trabalho de contar os segundos que ela levava para carregar, foi atrapalhado quando uma voz feminina, minha mãe, gritou do piso debaixo lembrando – me que ainda tinha um dia pela frente.



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Saphyrus
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MensagemAssunto: Re: Ruas   Sex Nov 13, 2009 7:25 pm

Olá Sr. Stanford,

Informamos que sua seleção foi aceita.

Bem Vindo a Forks.

Saphyrus.
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Kristen Watson

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MensagemAssunto: Re: Ruas   Dom Jul 17, 2011 7:21 pm

Estava, como sempre, nublado em Forks. Frio. Eu vestia meu jeans favorito e meu casaco de lã. Minha vida tinha mudado bastante. Agora, eu era apenas outra garota vagando, quase que cegamente, pelas ruas frias. As pessoas viviam suas vidas como se fossem os principais de seus filmes sem graça, meras produções de garagem. Resolvi tomar um café quente. Entrei no aconchegante bar e pedi meu café com creme para viajem.
Peguei o café que aqueceu rapidamente minhas mãos através das luvas grossas. Entrei em meu carro e apoiei minha cabeça no apoio do banco. Suspirei. Meu celular tocou e olhei o identificador de chamadas. Era a Emma. Eu estava com preguiça de atender, mas eu sabia que ela não ia desistir.
_O que é, Emma?
_Nossa, oi para você também, K. Mas enfim, como você está? Ah, que saudade de você, sabia? Estou louca para ir te visitar. Mas sabe como é que está, não é? Meus pais estão enchendo o saco e tal. Mas, nossa, eu sinto sua falta. Eu disse que ia sentir, eu sabia... Eu não vivo sem você. Ah, Kristen, quando vamos nos ver? Você sabe que sente minha falta também, não é?
Sim, eu sentia falta. Emma sempre foi minha melhor amiga. Alguns achavam que isso se devia ao fato de ela ser a única pessoa com quem eu não falava apenas para usar. Mas não. Emma tinha um otimismo inigualável. Eu nunca entendi muito bem como alguém como Emma sequer falava comigo.
_Não é? _ Perguntou ela, agora menos segura.
_Claro que sinto, Em. Não acredito que alguém como você ainda duvide disso. Eu realmente queria falar com você, mas tenho que desligar, ok? Te amo. Tchau.
Desliguei. Ela exigiria explicações depois, mas não me importei. Eu estava cansada de tudo agora. Suspirei.
Eu era uma garota má. Mas eu também me cansava das pessoas. Emma foi a única amiga que eu nunca quis matar. Abri a janela e larguei o copo cheio de café no chão. Coloquei meus óculos escuros e acelerei. Dirigi até a praia. Sentei-me na areia e assisti as ondas. Tentei me lembrar de quanto tempo eu fiquei sem sentir o sol iluminando e aquecendo minha pele frágil.
Não lembrei-me. Forks era umaa barreira, mas isso é bom. Eu nunca gostei de sol.
Eu queria ir para minha casa, mas eu teria que atender Emma, explicar e ouvi-la brigando comigo e dizendo o quanto eu sou péssima. Decidi observar as ondas mais um pouco. Logo eu iria para casa.
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Henry Jones

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MensagemAssunto: Re: Ruas   Dom Jul 17, 2011 9:00 pm

Eu resolvi ir à praia e a vi sentada na areia. Seu cabelo vermelho destacava-se na areia clara. Ela estava de costas para mim, de frente para o mar. Era linda. Muito linda. Sentei-me aqui mesmo para observá-la sem fazê-la ir embora. Ela olhava o mar, mas o mar não poderia se comparar a ela. Beijá-la era, agora, minha nova obsessão. Uma mulher tão bonita não seria solteira, mas eu lutaria para provar de seus lábios. Não que eu gostaria de partir seu coração frágil. Mas isso me movia, não poderia parar. Nunca. Partir corações era um bônus. Prepará-las para a vida. A não ser que ela fosse importante. Eu a preservaria por alguns dias.
Resolvi sentar-me ao lado dela.
_Pois não?
Disse ela de forma extremamente entediada.
_Olá, meu nome é Henry.
_O meu é interessa. Não te interessa. _ Disse ela.
_Por um segundo, quase pude ouvir você dizendo que seu nome era Interessa. Interessante.
_E o seu Henrytante. _ Ela sorriu. _ Trocadilho, sacou? Irritante...
Não pude deixar de rir com ela. Seu sorriso era engraçado, atraente. E ela se movia de uma forma espontânea. E seus olhos verdes era muito mais vazios do que a imensidão que ela devorava com o olhos. Mas ao mesmo tempo, ela parecia olhar através de mim. Ela parecia entediada o tempo todo. Ela não era aquele tipinho romântico. Um ponto a mais para ela.
_Então? Não vai me contar seu nome?
_Você ainda não merece saber. Não me entrego facilmente como você.
_Mas pode me dizer a quanto tempo você vive em Forks? Não te vejo muito por aí.
_Nascida em Londres. Mas, sim, moro por aqui.
_Te vejo por aí, ruiva? _ Falei me levantando e indo embora.
Eu olhei para trás, mas ela já encarava o mar novamente. Eu sentia a obsessão crescendo em mim. Esse era meu passatempo. Mulheres. Resolvi pegar meu carro e dirigir até Seattle. Fui à um bar e resolvi jogar sinuca. E apostar.


******************************************************************************************************* LEIA ******************************************************************
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Kristen Watson

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MensagemAssunto: Re: Ruas   Qui Jul 21, 2011 5:11 am

***********************************ATENÇÃO**************************************
Todas as falas e ações foram combinadas com o controlador de Henry Jones.



Encontrei-o de novo. Dá para acreditar. Ele deveria estar me seguindo. O que era muito sexy. Enfim, ele estava sentado na grama de um vizinho. Deitado, na verdade. Observando as nuvens. Olhei ao redor e não havia ninguém. Sentei-me ao seu lado e abracei minhas pernas.
_Super normal estar andando por aí e, de repente, encontrar um corpo caído na grama de alguém.
Ele sentou-se imediatamente.
_Ruiva, anda me seguindo, é?
_Você não merece tanto. No máximo, que eu fale com você quando eu te ver.
_Quando vai me dizer seu nome?
_Quando você merecer. _ Falei levantando uma sobrancelha.
Ele sorriu. Achei isso estranho, ele deveria insistir mais. Mas enfim, ficamos um segundo em silencio. Ele me encarava.
_Eu adoro o tom do seu cabelo.
_Eu também. _ Falei sorrindo.
Ele pegou uma mecha e começou a brincar com ela. Observei-o fazendo isso e não pude me conter.
_Quantos anos você tem? _ Tive que perguntar. _ Dois?
_Felizmente não. Ou seria um crime o que você está prestes a fazer.
_E o que seria isso nos seus sonhos?
Ele, inesperadamente, tocou meus lábios com os dele. Quando ele se afasto, falei friamente:
_Espero que não esteja pensando muito em mim.
_Impossível. Até eu saber seu nome.
_Eu até ia contar. _ Aproximei-me dele de novo. Nossos narizes quase tocaram-se. _ Mas não vou mais. Não vou deixar sua mente.
_Não iria de qualquer forma. Não com olhos assim. De qualquer forma, aquilo seria o que aconteceria nos meus sonhos. Na real, você vai se apaixonar por mim
Eu ri. Muito e alto. Muito e muito alto. Pobrezinho, nem imaginava o monstro sem coração e frio que eu era. Ele sairia magoado.
_Desculpe, onde estávamos? Ah, sim, na sua piada. É minha vez? Mas eu nunca vou bater a sua.
_Eu vejo o futuro, querida. Pelo menos o nosso.
_Não será motivo de piada quando eu partir seu coraçãozinho frágil de garotinha. Ah, sinto muito te decepcionar, mas eu sou um caso perdido. Nunca me apaixonei antes.
_Que pena, então eu serei o primeiro a te dar lições de vida?
_Não será o primeiro a se decepcionar, posso garantir.
Ele me beijou de novo.
_Até agora quem está me decepcionando é você... Te conheço a dois dias e ainda nem sabe meu nome... Henry.
_E eu te conheço a dois dias e você ainda só me beijou.
_Você me beijou numa tentativa desesperada de conseguir aprovação para seu ego. Está dando certo? Porque estou fazendo de tudo para não dar. E eu só vou mais fundo depois que o garoto sabe meu nome. Agora com licença.
Tentei me levantar, mas ele me puxou e me beijou. Ele me deitou na grama ainda me beijando. Afastei-o pelo ombro.
Sorri, levantei-me e dei alguns passos antes de me virar e dizer:
_Kristen Watson
Depois voltei a andar.
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